domingo, 10 de junho de 2012

O Bom uso da Fé pode fazer a diferença.


O que há de extraordinário na Fé de Abraão?



E, sem enfraquecer na fé, embora levasse em conta o seu próprio corpo amortecido, sendo já de cem anos, e a idade avançada de Sara, não duvidou, por incredulidade, da promessa de Deus; mas pela fé, se fortaleceu dando glória a Deus, estando plenamente convicto de que Ele era poderoso para cumprir o que prometera.(Romanos 4:19 ao 21)
 
Sabei, pois, que os da fé é que são filhos de Abraão? (Gálatas 3:7)Pela fé, Abraão, quando posto a prova, ofereceu Isaque; estava mesmo para sacrificar o seu unigênito aquele que acolheu alegremente as promessas? (Hebreus 11:17)
Não foi por obras que Abraão, o nosso pai, foi justificado, quando ofereceu sobre o altar o próprio filho, Isaque? (Tiago 2:21)
A bíblia apresenta a fé de Abraão como modelo para todos nós. O que surpreende é que Abraão nunca viu uma bíblia, não tinha uma igreja, não tinha um credo, nunca experimentou um sacramento, nunca ouviu nenhum dos dez mandamentos e pouco sabia sobre a vida após a morte.
Todavia, a fé de Abraão mostra o que de fato importa. Ele ouviu a voz de Deus e simplesmente ousou crer e confiar no que ouvia. Arriscou a vida, a segurança, a reputação, o futuro e até mesmo o filho com base na palavra de alguém a quem não podia ver, mas em quem cria. Pode existir melhor demonstração de que é pela fé, e por nada mais, que somos salvos?
Agora temos a bíblia, a igreja, os credos, os sacramentos e os dez mandamentos. Mas Deus ainda busca os elementos básicos?
Corações que, totalmente entregues, arrisquem tudo para confiar nele.

sábado, 9 de junho de 2012

Aluno vs Professor, confronto de ideais...



Professor: Você é cristão, filho?
Aluno: Sim, senhor.
Professor: Então, você acredita em Deus?
Aluno: Absolutamente, senhor.
Professor: Deus é bom?
Aluno: Claro!
Professor: Deus é todo poderoso?
Aluno: Sim.
Professor: Meu irmão morreu de câncer, embora ele orasse a Deus para curá-lo. A maioria de nós tentaria ajudar outras pessoas que estão doentes. Mas Deus não o fez. Como isso é um bom Deus, então? Hmm?
(Estudante ficou em silêncio.)
Professor: Você não pode responder, não é? Vamos começar de novo, meu rapaz. Deus é bom?
Aluno: Sim.
Professor: E Satanás é bom?
Aluno: Não.
Professor: De onde é que Satanás vem?
Aluno: A partir de... DEUS.
Professor: Isso mesmo. Diga-me, filho, existe o mal neste mundo?
Aluno: Sim.
Professor: O mal está em toda parte, não é? E Deus fez tudo. Correto?
Aluno: Sim.
Professor: Então, quem criou o mal?
(Estudante não respondeu.)
Professor: Existe doença? Imoralidade? Ódio? Feiura? Todas estas coisas terríveis existem no mundo, não é?
Aluno: Sim, senhor.
Professor: Então, quem as criou?
(Estudante não tinha resposta.)
Professor: A ciência diz que você tem 5 sentidos que usa para identificar e observar o mundo ao seu redor. Diga-me, filho, você já viu DEUS?
Aluno: Não, senhor.
Professor: Diga-nos se você já ouviu o seu Deus?
Aluno: Não, senhor.
Professor: Você já sentiu o seu Deus, provou o seu DEUS, cheirou o seu Deus? Alguma vez, você já teve qualquer percepção sensorial de DEUS?
Aluno: Não, senhor. Desculpe-me, mas eu não tive.
Professor: Mas você ainda acredita nEle?
Aluno: Sim.
Professor: De acordo com o protocolo empírico, testável, demonstrável da Ciência, o seu Deus não existe. O que você acha disso, filho?
Aluno: Nada. Eu só tenho a minha fé.
Professor: Sim, fé. É com isso que a Ciência tem problema.
Aluno: Professor, existe tal coisa como o calor?
Professor: Sim.
Aluno: E existe tal coisa como o frio?
Professor: Sim.
Aluno: Não, senhor. Não há.
(O auditório ficou muito quieto com essa sucessão de eventos.)
Aluno: Professor, o senhor pode ter muito calor, e ainda mais calor, superaquecimento, calor branco, pouco calor ou nenhum calor. Mas não temos nada que se chame frio. Podemos atingir -236 graus abaixo de zero, que não é calor, mas não podemos ir mais longe que isso. O frio não existe. Frio é apenas uma palavra que usamos para descrever a ausência de calor. Não podemos medir o frio. O calor é energia. Frio não é o oposto de calor, senhor, apenas a ausência dele.
(Havia silêncio no auditório.)
Estudante: E sobre a escuridão, Professor? Existe tal coisa como a escuridão?
Professor: Sim. O que é noite, se não existe a escuridão?
Estudante: O senhor está errado novamente. A escuridão é a ausência de algo. Você pode ter pouca luz, a luz normal, luz brilhante, luz piscante. Mas se você não tem luz, constantemente, você não tem nada, e isso é chamado de escuridão, não é? Na realidade, não é. Se isso fosse correto, você seria capaz de fazer mais escura a escuridão, não seria?
Professor: Então, a qual ponto você quer chegar, rapaz?
Aluno: Senhor, o meu ponto é que a sua premissa filosófica é falha.
Professor: Falha? Você pode explicar como?
Aluno: Professor, o senhor está trabalhando na premissa da dualidade. O senhor argumenta que há vida e há morte, um Deus bom e um Deus mau. O senhor está vendo o conceito de Deus como algo finito, algo que podemos medir. Senhor, a Ciência não pode explicar um pensamento. Ela usa a eletricidade e o magnetismo, mas nunca os viu, muito menos, completamente, compreendeu qualquer um deles. Ver a morte como o oposto da vida é ser ignorante do fato de que a morte não pode existir como algo substantivo.
A morte não é o oposto da vida: apenas a ausência dela. Agora diga-me, Professor, você ensina a seus alunos que eles evoluíram de um macaco?
Professor: Se você está se referindo ao processo evolutivo natural, sim, claro, eu faço.
Estudante: Você já observou a evolução com seus próprios olhos, senhor?
(O professor balançou a cabeça com um sorriso, começando a perceber para onde o argumento estava indo.)
Estudante: Como ninguém jamais observou o processo de evolução em trabalho e não pode sequer provar que este processo é um empreendimento em curso. Você não está ensinando a sua opinião, senhor? Você não é um cientista, mas um pregador?
(A classe estava em alvoroço.)
Aluno: Existe alguém na classe que já viu o cérebro do professor?
(A classe explodiu em gargalhadas.)
Aluno: Existe alguém aqui que já ouviu o cérebro do professor, sentiu, tocou ou cheirou? Ninguém parece ter feito isso. Assim, de acordo com as regras estabelecidas de protocolos empíricos, estáveis e comprovados, a Ciência diz que você não tem cérebro, senhor. Com todo o respeito, senhor, como confiar em suas palestras?
(A sala ficou em silêncio. O Professor olhou para o aluno, com o rosto insondável.)
Professor: Eu acho que você vai ter que tomá-las pela fé, filho.
Aluno: É isso, senhor ... Exatamente! O elo entre o homem e Deus é fé. Isso é tudo o que mantém as coisas vivas e em movimento.
Autor Desconhecido

P.S.:
Acredito que você tenha gostado da conversa. E se assim for, você, provavelmente, vai querer que seus amigos e colegas aproveitem o mesmo, não vai?
Transmita isso para aumentar seu conhecimento ou fé.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Homens também amam demais


Mesmo assim, muitos deles sofrem e não procuram ajuda para resolver os seus problemas emocionais


Apesar de muitas ideias do passado serem consideradas ultrapassadas pela sociedade atual, o pensamento “machista” de boa parte das pessoas é perceptível. Ainda hoje é possível escutar muita gente dizendo aquela velha frase: “Homem não chora!”
O que é preocupante nesse contexto é que, a partir desse pensamento, muitos homens sofrem e não procuram ajuda para resolver os seus problemas emocionais – seja por vergonha de se expor ou por acreditar, realmente, que não padecem de um amor mal resolvido.
A psicanalista Taty Ades afirma que o inferno do amor patológico, doentio, não acomete apenas pessoas do sexo feminino. Ela já se surpreendeu com os inúmeros depoimentos que escutou de homens doentes por amor.
Segundo ela, a maioria das pessoas pensa que sofrer por amor ou ser codependente amoroso é uma situação que só afeta o público feminino. Isso ocorre porque ainda vivemos em uma sociedade onde os homens são considerados fortes e as mulheres frágeis.
“O mundo machista não deixa que a ala masculina admita que também sofre de amor patológico”, ressalta a psicanalista.
“Coisa de mulherzinha”
Por essa razão, muitos homens precisam de tratamento e ajuda profissional, após passar por problemas desse tipo, mas não têm coragem de assumir ou realmente acham que são fortes e que sofrer por amor é “coisa de mulherzinha”.
A psicanalista mergulhou na dor masculina e descobriu particularidades desses amores mal resolvidos que atingem muitos homens. Após frequentar grupos de apoio, por 2 anos, ela escreveu um livro, reunindo depoimentos daqueles que sofrem de amor patológico e codependência.
Tentando modificar o passado
Taty explica que desde pequenos os homens são condicionados a serem fortes, a não chorarem e não assumirem que estão sofrendo por amor.  Muitas vezes, os sintomas são sutis e ninguém nem percebe.
“Se o homem vê que está se afastando dos amigos, que não pratica as atividades que gosta, está cada vez mais isolado e obcecado pela parceira, querendo modificá-la e colocando-a no centro de sua vida, ele está doente e viciado em amor”, atesta a psicanalista.
Ela explica que as causas são diversas e que podem, inclusive, vir da infância, de uma fase em que o homem não recebeu a atenção que desejava. Isso faz com que ele veja na companheira a chance de modificar o passado.
Alguns casos mais graves acabam da pior maneira possível, com crimes passionais. Para evitar que a situação chegue a esse ponto, é preciso buscar ajuda de um profissional, na tentativa de superar a doença.

Além dos profissionais sabemos que tem alguém que é a melhor saída pra mudar isso que é Deus, Ele pode fazer muito além que um profissional. 

by Nelsinho.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Comunhão com Deus


À medida que nos alimentamos da Palavra de Deus, a nossa fé vai aumentando, até se tornar inabalável. Quando isso acontece, o mundo pode até desabar ao nosso redor, que nossa confiança no Senhor continua inalterável.
Quaisquer que sejam os problemas, por maiores que pareçam, podemos compará-los a nuvens negras, que vêm por algum tempo. Contudo, sabemos que logo vão embora.
Qual a importância da igreja em meio a isso? A igreja de Jesus representa o reino de Deus. Cada uma, em particular, é um pedaço desse reino. Ao ouvimos a Palavra, nossa alma e nossa fé se renovam. Sentimos força, encorajamento e percebemos que, apesar dos problemas, nem tudo está perdido. As batalhas que enfrentamos no nosso dia-a-dia se tornam pequenas, por causa do poder do Espírito Santo que passamos a ter.
Vivemos em um mundo que nos enche de problemas. Temos que nos revestir da armadura de Deus para poder vencê-los. Quando estamos longe da família de Deus, fica difícil manter uma vida santificada. É como se fossemos lírios no charco.
O propósito maior da igreja é que todos cheguem à unidade de fé e ao pleno conhecimento do filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da plenitude da estatura de Cristo, para que estejamos unidos em um só pensamento, em uma só crença, em um só Senhor. 

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Batismo de criança



O batismo nas águas rompe os laços do homem com a vida terrena, e o une a Deus



"Bispo, os meus filhos podem ser batizados?"- Amiga.
Resposta:
Uma pessoa está pronta para o batismo somente após ter a certeza de que se arrependeu dos seus pecados e tem completa fé no Senhor Jesus. É por isso que não batizamos crianças, porque o batismo exige total arrependimento dos pecados. Como pode uma criança arrepender-se dos pecados que não tem?
Se uma criança não tiver pecados, não há necessidade de arrependimento. E, se não há necessidade de arrependimento, então, não há necessidade de batismo.
As crianças devem ser dedicadas a Deus, de acordo com o que está escrito: "Então, tomando-as nos braços e impondo-lhes as mãos, as abençoava" (Marcos 10.16)
(*) Resposta retirada do blog bispo Júlio Freitas

sábado, 2 de junho de 2012

Em quem você tem confiado ?



Temos que tomar cuidado com o que ouvimos e damos ouvido que pessoas falam para nós, até porque tem muita gente que si diz de Deus. usa o nome de Deus, mas não tem nada de Deus ! quer saber mais ? reflita nessa palavra;  
Quisera eu me suportásseis um pouco na minha loucura! Suportai-me, porém, ainda.


 Porque estou zeloso de vós com zelo de Deus; porque vos tenho preparado para vos apresentar como uma virgem pura a um marido, a saber, a Cristo. 


Mas temo que, assim como a serpente enganou Eva com a sua astúcia, assim também sejam de alguma sorte corrompidos os vossos sentidos, e se apartem da simplicidade que há em Cristo.


Porque, se alguém for pregar-vos outro Jesus que nós não temos pregado, ou se recebeis outro espírito que não recebestes, ou outro evangelho que não abraçastes, com razão o sofrereis.


Porque penso que em nada fui inferior aos mais excelentes apóstolos.


E, se sou rude na palavra, não o sou contudo na ciência; mas já em todas as coisas nos temos feito conhecer totalmente entre vós. 2 Coríntios 11:1-6 

- resumindo o apostolo deixa a entender que muita das vezes saímos como chatos quando queremos o bem das pessoa e elas não entendem e ficam até chateadas com a nossa forma de falar, mas tem sempre alguém que fala de uma maneira diferente, que aparentemente é melhor... e na verdade é apenas um enganador uma pessoa que só apenas usa o nome de Deus... e com um jeitinho mais agradável engana até mesmo uma pessoa que é de Deus, o diabo só espera uma brexa pra agir! e destruir a vida da pessoa ! então analise muito bem as pessoas em quem você tem confiado? que palavras tem dado ouvidos ? O tempo mostra quem é quem não se esqueça ! ;) não si deixe enganar pode custar a sua propria vida (salvação) !
by Nelsinho.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

O bobo



Conta-se que numa pequena cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia.

Um pobre coitado de pouca inteligência, que vivia de pequenos biscates e esmolas.

Diariamente eles chamavam o bobo ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas - uma grande de 400 réis e outra menor, de dois mil réis.

Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.

Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.

"Eu sei" - respondeu o não tão tolo assim - "ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda."

Pode-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa.

A primeira: quem parece idiota, nem sempre é.

Dito em forma de pergunta: quais eram os verdadeiros tolos da história?

Outra: se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.

Mas a conclusão mais interessante, a meu ver é a percepção de que podemos estar bem mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito.

Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas o que realmente somos...

Como está seu coração?

Uma pergunta, que nem deve ser respondida de maneira rápida e sim lenta através de uma profunda reflexão. Geralmente podemos entender o cora...